Nossa confesso que fiquei bem surpresa com esse índice, nós idolatramos tanto o amor e pensar que a maioria das pessoas não sabe lidar com esse sentimento. Difícil né? Mas essa não é a única curiosidade que encontrei sobre o tema.
Estava eu na manicure, lendo uma dessas revistas voltadas para mulheres quando encontrei uma reportagem sobre mulheres que amam demais, e lá tinha um "teste" para identificar quem se encaixava no perfil, a consultoria da reportagem foi da psicanalista Taty Ades.
Pesquisei na internet e descobri um site repleto de informações muito interessantes sobre o tema. Lá encontrei também um outro comentário, vejam:
" A mulher que ama demais na verdade ama de menos, mesmo que não perceba isso, ela tem uma tendência a estar com parceiros problemáticos e querer cuidar deles de forma incessante, sentindo muitas vezes que está doando mais do que recebendo em troca."
A psicanalista também tem uma coluna no UOL, abaixo segue algumas dicas que achei interessante, mas vale muito a pena acessar a página tatyades.net, e conferir tudo que tem por lá.
Como identificar os sinais do amor patológico
- necessidade gradativa de estar perto fisicamente do companheiro ao ponto de tornar-se aflitiva;
-exclusividade de prazer cada vez mais restrita ao outro;
-diminuição e até perda do prazer em atividades em que antes fazia sozinho;
-sintomas de abstinência e ansiedade com a ausência do outro, ansiedade forte, sintomas de pavor, sintomas físicos ( tremor, sudorese, taquicardia, falta de ar...) e até mesmo a imaginação de perder o outro, semelhante ataque de pânico e fobia.
Dicas de como preservar os relacionamentos de forma saudável
-manter os relacionamentos com pessoas de seu convívio pessoal e valorizar que o outro também o faça ( família, amigos antigos...)
-diversificar as relações sociais, ter também amigos e contatos individuais e não só os do casal, valorizar momentos em que desfrutam de outras pessoas;
- ter atividades individuais, como esporte, leitura, estudo e hobbies;
-manter o sentido da vida além do relacionamento afetivo e do próprio trabalho, atividade social, religiosidade, estudos, filantropia, algo que dê a sensação de ter missões e papéis no mundo;
-respeitar a individualidade do outro, não querer mudar sua identidade como exigência e não querer mudar demais também para agradar ao outro. Pode-se mudar alguns comportamentos e hábitos para ajustar o convívio, mas não se muda a personalidade e os valores pessoais.
Fonte: tatyades.net
***Você também pode participar do nosso blog enviando depoimentos, dúvidas e sugestões, nosso endereço minhainsensatez@gmail.com. Beijos, até a próxima!!
Estava eu na manicure, lendo uma dessas revistas voltadas para mulheres quando encontrei uma reportagem sobre mulheres que amam demais, e lá tinha um "teste" para identificar quem se encaixava no perfil, a consultoria da reportagem foi da psicanalista Taty Ades.
Pesquisei na internet e descobri um site repleto de informações muito interessantes sobre o tema. Lá encontrei também um outro comentário, vejam:
" A mulher que ama demais na verdade ama de menos, mesmo que não perceba isso, ela tem uma tendência a estar com parceiros problemáticos e querer cuidar deles de forma incessante, sentindo muitas vezes que está doando mais do que recebendo em troca."
A psicanalista também tem uma coluna no UOL, abaixo segue algumas dicas que achei interessante, mas vale muito a pena acessar a página tatyades.net, e conferir tudo que tem por lá.
Como identificar os sinais do amor patológico
- necessidade gradativa de estar perto fisicamente do companheiro ao ponto de tornar-se aflitiva;
-exclusividade de prazer cada vez mais restrita ao outro;
-diminuição e até perda do prazer em atividades em que antes fazia sozinho;
-sintomas de abstinência e ansiedade com a ausência do outro, ansiedade forte, sintomas de pavor, sintomas físicos ( tremor, sudorese, taquicardia, falta de ar...) e até mesmo a imaginação de perder o outro, semelhante ataque de pânico e fobia.
Dicas de como preservar os relacionamentos de forma saudável
-manter os relacionamentos com pessoas de seu convívio pessoal e valorizar que o outro também o faça ( família, amigos antigos...)
-diversificar as relações sociais, ter também amigos e contatos individuais e não só os do casal, valorizar momentos em que desfrutam de outras pessoas;
- ter atividades individuais, como esporte, leitura, estudo e hobbies;
-manter o sentido da vida além do relacionamento afetivo e do próprio trabalho, atividade social, religiosidade, estudos, filantropia, algo que dê a sensação de ter missões e papéis no mundo;
-respeitar a individualidade do outro, não querer mudar sua identidade como exigência e não querer mudar demais também para agradar ao outro. Pode-se mudar alguns comportamentos e hábitos para ajustar o convívio, mas não se muda a personalidade e os valores pessoais.
Fonte: tatyades.net
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