terça-feira, 22 de novembro de 2011

Olha ela aí!!

Olha só pessoal, tinha pedido para  Priscila me encaminhar uma foto dela para postar junto com o depoimento, só agora ela me encaminhou, mas acho que vale a pena para quem ficou na curiosidade de conhecer essa guerreira!!

domingo, 20 de novembro de 2011

Esperança que não morre

Ao mesmo tempo em que a Priscila juntava os “cascos” do coraçãozinho partido, buscava alternativas de tratamento para o problema de saúde. A mãe dela que sempre foi uma mulher muito batalhadora, mais uma vez correu atrás do que fosse melhor para a filha. Foi então que ficou sabendo que em Ribeirão Preto, interior de São Paulo, eles fazem transplante para casos como o da Priscila.
E lá foram elas, buscar a esperança que nunca faltou para essa família. “Me viraram de ponta cabeça”, contou a Priscila. Diz que fez inúmeros exames para ver se era possível passar pelo transplante. O médico que daria o veredito final estava no exterior e elas tiveram que aguardar alguns dias para saber da decisão. Enquanto isso,  no hospital, conheceram pessoas com histórias parecidas e casos bem mais graves do que o dela. “Lá eu vi que tem gente sofrendo muito mais do que eu.”
As famílias se solidarizam, em uma conversa a mãe da Pri conheceu a mãe de um outro jovem que tem a mesma doença, e olha como é a vida, ele também tinha levado um fora da noiva. A mãe dele ficou tão impressionada com a coincidência que já queria que a Priscila torna-se nora dela.
De volta o médico autorizou o transplante, explicou para a Priscila que ela faria sessões de quimioterapia para “zerar” todo o sistema imunológico, depois ela teria que produzir as células que serão usadas no transplante. Há muitos casos que foram resolvidos dessa maneira e alguns até que conseguiram além da esclerose curar outra doença também, isso significa que a Priscila pode ficar livre inclusive da diabetes, mas é apenas uma possibilidade.
Os médicos perguntaram se ele estava disposta a passar por tudo isso e essa foi a resposta: “Doutor, imagine se você tivesse num quarto totalmente escuro e tivesse uma luz, bem pequenininha lá distante, o senhor não iria querer alcançar essa luz???”
Quando ouvi essas palavras realmente me senti péssima, fiquei pensando que tenho tantas coisas boas e que às vezes me pego reclamando de tudo, enquanto ali na minha frente uma menina, uma mulher, da minha idade só querendo uma chance de viver. Priscila muito obrigada pela lição de vida.
E não acabou por ai...disse com todas as letras que não quer ninguém sentindo dó dela...”Dó porque? Tô aqui viva, lutando, com dificuldades, mas lutando e eu vou conseguir vocês vão ver...Hoje eu to aqui careca, andando cambaleando, mas daqui uns dias vocês vão me ver bonitona, em cima de um salto que eu adoro.”
A primeira etapa, graças a Deus, já foi vencida. A Priscila passou pelas sessões de quimioterapia, por isso a queda dos cabelos...A nova aparência a deixou ainda mais parecida com o pai, que também raspou a cabeça. Aliás esse momento tão difícil ajudou unir ainda mais pai e filha que sempre se amaram, mas tinham dificuldades de dizer um ao outro. O medo de perder a filha amada fez com o homem teimoso deixasse o orgulho de lado e não só disse com todas as letras o quanto amava a filha mas também aprendeu a ter algo que nunca tinha tido na vida dele: FÉ.
Depois da quimioterapia, foi a vez da Priscila produzir a células, o processo começou na segunda-feira e quando chegou na quinta ela ainda não tinha produzido a quantidade suficiente.
 A mãe dela se desesperou, não na frente da filha claro, foi para a capela onde tinha a imagem da Nossa Senhora e diante da santa chorou....muito...pediu a Nossa Senhora, que sabia do sofrimento de um filho, que desse forças para ela superar tudo isso. “Eu entrego minha filha em suas mãos.”
No outro dia a grande surpresa, a Priscila não só produziu como produziu muito acima da média...tanto que além dela outros pacientes compatíveis poderão receber as células. Imaginem que além de se curar ela vai poder ajudar tantas outras pessoas...Recebeu até uma carteirinha de doadora. E tem mais coisa boa nessa história, se realmente com o transplante ela conseguir ficar curada da diabetes também, ela vai se tornar um caso de estudo para a medicina.
O momento agora é de espera, ela precisa de uma vaga no hospital para fazer o transplante, depois serão necessários dois meses de total isolamento, e claro que alimentação, higiene e até a água terão que ser especiais. Mas nada disso assusta a Priscila e a família dela.
“Para Deus nada é impossível e nada está errado, tudo tem um porquê...ele não ia gostar menos da Priscila do que das outras pessoas, então se ele deu essa cruz para ela carregar é porque ela vai dar conta.” Com esse desabafo mãe e filha se abraçam: Vai dar tudo certo né minha filha, se Deus quiser.” E sorrindo a Pri responde: vai sim!!
Alguém tem dúvida disso???
Fica aqui minha homenagem e minha admiração!! Um beijo grande!!
Tudo começou há um tempo atrás
Na ilha do sol
O destino te mandou de volta para o meu cais
No coração ficou, lembranças de nós dois,
Como ferida aberta, como tatuagem
Oh, Milla, mil e uma noites de amor com você
Na praia, no barco, no farol apagado,
Num moinho abandonado, numa grande alto-astral,
Lá em Hollywood, pra de tudo rolar,
Vendo estrela caindo, vendo a noite passar,
Eu e você, na ilha do sol...

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Até que a distância os separe!!


A aliança na mão direita indicava que o relacionamento seguia firme e forte, mas o tempo foi passando e a vida tratou de dar um destino diferente do que todo mundo imaginava.
Ele conseguiu um emprego, seria a grande chance de conseguir a independência do casal, mas a Priscila começou apresentar os primeiros sinais da doença. Me perdoe poupar dos detalhes porque não acompanhei tudo de perto, vou contar o que eu sei e o que eu ouvi da boca dela no nosso último encontro.
A Priscila que é diabética desde os 7 anos, foi perdendo o equilíbrio das pernas e começou a dificuldade de falar. Me lembro de ir visitar uma tia no hospital e descobrir que ela também estava internada. Quando cheguei ao quarto dela, senti o clima de preocupação, mas ela estava com a carinha boa e imaginei que não fosse nada tão grave.
O diagnóstico foi Esclerose, pesquisando aqui descobri essa definição para a doença: A Esclerose Múltipla é uma das doenças mais comuns em adultos jovens que compromete o SNC (Sistema Nervoso Central) constituído por cérebro, cerebelo, tronco encefálico e medula espinhal.
A Priscila me contou que o primeiro tratamento era com injeções...ela que já tinha que aplicar insulina todos os dias...Disse que não estava adiantando muita coisa, ela não tinha força para andar e só tomava banho com a ajuda da mãe. Segundo ela passava todo o tempo deitada.
Nesse período crítico o noivo estava longe, imagine que no meio dessa turbulência toda, ele foi convidado para trabalhar no Espírito Santo, ela morando em Minas Gerais. Pensando no crescimento profissional, claro aceitou a proposta e arrumou as malas, com a promessa de que em breve ela iria também.
Durante todo o tempo se falavam por telefone todos os dias, mais de uma vez até, ela me revelou. Segundo ela em nenhum momento demonstrou que a distância teria esfriado o relacionamento. Quando vinha visitá-la reforçava o compromisso de que em breve oficializariam a união. Enquanto isso Priscila lutava pela melhora na saúde, mas o caso não era tão simples.
Mas isso não parecia assustar o noivo que em uma das visitas, conversando na varanda da casa dela, pegou o calendário, escolheu a data e chamou o pai da Priscila para pedi-la em casamento. Tudo como manda o figurino. Preocupada com toda a situação a mãe dele perguntou: Você tem certeza que quer casar mesmo? Você está vendo a situação dela, vai precisar de toda a atenção e cuidado, é isso mesmo que você quer?
A resposta positiva deu início aos preparativos, a Priscila e toda a família se dividiam entre os cuidados com a saúde e a expectativa do casamento. Em fevereiro deste ano o telefone tocou, ela percebeu que a voz estava diferente:” Preciso conversar com você”. Detalhe, ele já viria visitá-la porque naquele fim de semana fariam o curso de noivos.
A Priscila então ouviu o que segundo ela já estava esperando, percebeu que havia alguma coisa errada. O problema foi segurar a revolta do pai dela. Indignado quase partiu para a agressão. Fácil entender a reação de um pai que está ali acompanhando o sofrimento da filha e que vê mais uma decepção pra quem já está sofrendo tanto.
Mais controlada a mãe dela somente disse o que estava engasgado: “ Eu te perguntei inúmeras vezes se era isso mesmo que você queria, agora há poucos meses dizer que não quer mais? Hoje você está fazendo isso porque está num bom emprego mas não esquece que por muitas vezes eu tirei a carne da minha marmita para colocar na sua quando você era um simples atendente.” O coitado desabou em lágrimas, chorou muito, mas seguiu o caminho dele e nunca mais apareceu.

A Priscila até ri quando se lembra do momento, mas só ela sabe o quando sofreu, ela diz que não tem raiva nem quer bem, apenas  transformou o companheiro de onze anos e uma pessoa indiferente. O tempo se encarregou de mostrar que na vida há motivos mais fortes para gente se dedicar do que ficar sofrendo por alguém que não deu o valor merecido para os nossos sentimentos. E é isso que ela tem feito nos últimos meses.
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quarta-feira, 16 de novembro de 2011

O namorido

O amor pode esta em qualquer lugar, isso é fato!! Imaginem que a Priscila encontrou o dela num posto de gasolina. É isso mesmo, estava ela passando uma temporada na casa de uma amiga, que morava num posto porque o pai alugava a lanchonete. Pensa na  quantidade de homens que por lá passavam todos os dias. Caminhoneiros, viajantes, fazendeiros próximos...
Mas um em especial chamou a atenção dela. Jovem, bonito, jeito tímido, o grande amor da Priscila foi num posto de gasolina e arrumou uma namorada. Pouco tempo depois eles já estavam juntos, bem juntos. Aliás a velocidade com que tudo aconteceu no relacionamento dos dois sempre foi algo curioso.
Não precisou muito tempo para ele se mudar pra casa dela, isso mesmo, como a família dele era de fora, e o irmão com quem ele morava mudou de cidade, a família dela abrigou o moço em casa.
E a ajuda não parou por ai, os pais dela foram grandes incentivadores para que ele iniciasse uma faculdade e ajudaram de todas as formas no custo de vida do rapaz. O curso de direito teve que ser interrompido, mas a vida da “namorido” continuou firme e forte.
Os dois como diz o ditado eram unha e carne, não se separavam um minuto, nem podiam já que viviam sob o mesmo teto e  a convivência diária parece não ter atrapalhado o namoro que durou nada menos do que  onze anos. Bodas de que, hein?
A Priscila se transformou, a menina inquieta de antes, agora vivia com ele e pra ele. Deixou a farra de lado e assumiu uma vida pouco comum para a idade dela, mas parecia feliz, pelo menos não demonstrava que sentia falta dos tempos mais animados.
Ele se tornou membro da família, assim todo mundo já o considerava, o tempo foi passando e a pergunta não se calava: quando vão se casar? Um dia....quem sabe!! O primeiro passo foi dado, eles ficaram noivos, com direito a festa e tudo, agora estavam a um passo de oficializar a união.

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Beija muiiitttoooo!!

Ainda éramos crianças, não me lembro bem a idade, mas a primeira vez que me recordo da Priscila é na casa da avó dela na fazenda, fomos todos pra lá “nadar na bica”. Não sei porque mas tenho certeza que nesse dia alguém comentou que ela tinha um problema de saúde. Claro que na época não entendi muito bem, mas me lembro como se fosse hoje todo o cuidado que a mãe dela teve naquele dia, alimentação, medicamentos, enfim...
Muito tempo se passou, fomos nos reencontrar já adolescentes, num casamento onde juntas bebemos “coca light”, eu porque queria emagrecer, ela porque tinha problemas com diabetes.
Foi a primeira de muitas vezes que nos divertimos, apesar de sermos praticamente da mesma família ( o pai dela é irmão da minha tia...casada com o meu tio) nunca fomos muito íntimas, isso só aconteceu mesmo depois de moças...A Priscila passou freqüentar a minha casa, saíamos juntas para baladas, mas o período mais intenso da amizade foi quando ela passou ir pra fazenda.
Como todo fim de semana tinha festa por lá, todo sábado lá estava a turminha do barulho, tinha nada demais, festa de fazenda, com forrozão, muita poeira e fala sério muita gente feia reunida...kkkkkk
Brincadeiras à parte era um pessoal muito simples, que encontravam ali o único local de diversão. E a gente adorava, de vez em quando surgiam uns garotos mais bonitinhnos,principalmente quando tinha rodeio, aí a noite ficava mais animada.
No começo a gente pensou que a Priscila nunca mais fosse pisar por lá, afinal achávamos que ela não era acostumada com tudo aquilo, mas foi bem ao contrário, ela se encontrou naquele lugar. Se divertia mais do que todas nós juntas, e não ia embora da festa sem antes  passar por trás da igreja ( não pense que rezando, bem ao contrário, atrás da igreja é o local preferido dos namorados... acho que alguém já contou isso aqui...)
O fato é que a Priscila era a grande “pegadora” da turma, lembra aquela personagem que dizia: " eu beijo muuuiiittttooo"...era mais ou menos assim..kkkk.... e não tinha frescura não, alto, baixo, loiro ou moreno, bonito ou horroroso...é até aqueles que ninguém encarava, ela dava uma oportunidade e no outro dia contava às gargalhadas, não se importando com as críticas.
Mas a gente sabia que tudo aquilo era passageiro, que por mais que ela aproveitasse bastante a juventude no fundo ela sonhava com um grande amor. Um dia ele apareceu.

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

É a vez da Priscila

Acho que não sou jornalista à toa, adoro contar uma boa história, o blog além de uma forma de ajudar nós mulheres a superarmos nossos “traumas” amorosos, tem sido uma maneira muito bacana de colocar minha profissão em prática. Depois de contar minha história, agora tenho o desafio de revelar um pouco da vida de outra mulher, que também sofreu uma desilusão amorosa, mas aqui ainda tenho um segundo objetivo, falar sobre amor próprio.
A Priscila tem 31 anos, é uma das pessoas mais animadas que já conheci, nunca vi gostar tanto de uma festa... e de um paquera também!!! Eita Priscila que não perdia tempo, e acho sinceramente que ela é quem estava certa, afinal a vida é pra ser aproveitada né?
Tivemos muitos momentos juntas, uma turma de primas, de primas das primas, das amigas das primas, enfim quando juntávamos erra uma farra só...depois o tempo foi se encarregando de levar cada uma para um destino, o fato é que há alguns dias reencontrei a Priscila, na verdade fui visitá-la porque fiquei sabendo que ela está passando por um tratamento de saúde.
Quando cheguei a casa dela tive duas grandes surpresas, a primeira porque a aparência não era a mesma, por causa do tratamento ela perdeu os cabelos, tem dificuldades de andar e de falar, a princípio vem aquele sentimento de piedade, mas não é por aí...
Em cinco minutos de conversa minha segunda surpresa... reencontrei a Priscila dos velhos tempos, o mesmo brilho no olhar, a mesma determinação, a mesma risada gostosa e até o mesmo jeito “fogoso” de sempre...quando ela me contou que estava paquerando os médicos eu tive certeza que aquela era a menina de quem eu tinha uma dia me tornado amiga.
Foi então que me lembrei que ela seria uma ótima história para o blog, não só pela experiência de um relacionamento de onze anos que acabou der repente, mas porque ao mesmo tempo ela teve que enfrentar uma doença grave. Priscila está aguardando para fazer um transplante de células tronco, mas esse é só o fim da história... por sinal uma linda história de superação que eu terei o maior prazer de registrar!!

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

A RELAÇÃO EM SI!

Desculpe a demora galera, mas é porque graças a Deus, estou trabalhando muuuito ultimamente. Mas vamos lá....
Ah! Volta lá no ultimo post dá uma lidinha rápida e volta aqui que eu espero...(eu mesma fiz isso) kkkkkkkkk....
Sabem o que era estranho? Eu entrei nesse relação só pra ver “de qual que era”, mas no começo eu não estava envolvida, mas a coisa foi tomando uma proporção tão grande que nem sei onde foi parar!!!
Tem uma historia (entre tantas, mas sei que preciso ser objetiva pq já soube que tem muuuita gente querendo falar sua historia também) que marcou minha vida...
Um dia, um “paquerinha” (tá ele sempre foi um pouquinho mais que isso, tinha um carinho imenso por ele mas nunca traí o ...((ops quese falei o nome..rsrsr)) nunca traí o figura) que me mandou uma carta de 15 paginas, JURO!!! ...E A IDIOTA AQUI, guardou na mochila pra mostrar pro namorado, passei na casa dele pra isso e não é que na chegada, de cara ele abre a minha mochila e acha a carta antes que eu pudesse contar e quebrou o maior pau!!!
Caraca, parecia coisa de denúncia anônima, como ele soube? Ele jamaaaais mexia nas minhas coisas e foi lá logo de cara????!!!O fato é que ele pegou meu primo, um amigo nosso e ele e foi até o ponto de ônibus do menino ARMADOS pra pegar o garoto????!!!!...Ele disse que o dito cujo, esbravejava... “ela é minha você jamais vai tirá-la de mim” e quase atirou nele.
Acreditem: Eu estava tãaaao apaixonada que achei isso “bonitinho”???  Juro hoje morro de vergonha de mim mesma
Quando o garoto encontrou comigo me disse: Olha, ele está com você, não é porque te ama, é porque você é o troféu dele!!!..
Teve outro lance no meu aniversario de 18 anos, estávamos terminados e ele me mandou flores levou presente e foi embora, dai chegou na Mogiana e mandou meu primo me ligar pra dizer que ele estava lá com outra, pra ver minha reação...e qual foi??? Lógico fiz meu outro primo me levar lá pra ver se era verdade. Ele claro, ficou mais metido e convicto que eu ainda o amava e faria qualquer coisa pra ficar com ele. Nessa altura já era a piada dos amigos, a cachorrinha que corria sempre desesperada atrás dele e só acreditava nele!
Ele me deixava em casa e ia pra farra com meu primo, e ainda fazia meu primo me contar com riqueza de detalhes no outro dia, o que haviam feito, e quando ele terminava de contar o sujeito olhava pra mim e soltava...”Que isso? Vai acreditar nele ou em mim” ...eu derretia e acreditava nele. Meu primo queria morrer coitado!!!!
Lembra daquele história de ser o troféu? Levei uns 15 anos pra entender isso!!
Amigas, volto amanha com mais!!! Desta vez termino, ok?!!
Comentem, me visitem e mandem suas historias tbm!!
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