Acho que não sou jornalista à toa, adoro contar uma boa história, o blog além de uma forma de ajudar nós mulheres a superarmos nossos “traumas” amorosos, tem sido uma maneira muito bacana de colocar minha profissão em prática. Depois de contar minha história, agora tenho o desafio de revelar um pouco da vida de outra mulher, que também sofreu uma desilusão amorosa, mas aqui ainda tenho um segundo objetivo, falar sobre amor próprio.
A Priscila tem 31 anos, é uma das pessoas mais animadas que já conheci, nunca vi gostar tanto de uma festa... e de um paquera também!!! Eita Priscila que não perdia tempo, e acho sinceramente que ela é quem estava certa, afinal a vida é pra ser aproveitada né?
Tivemos muitos momentos juntas, uma turma de primas, de primas das primas, das amigas das primas, enfim quando juntávamos erra uma farra só...depois o tempo foi se encarregando de levar cada uma para um destino, o fato é que há alguns dias reencontrei a Priscila, na verdade fui visitá-la porque fiquei sabendo que ela está passando por um tratamento de saúde.
Quando cheguei a casa dela tive duas grandes surpresas, a primeira porque a aparência não era a mesma, por causa do tratamento ela perdeu os cabelos, tem dificuldades de andar e de falar, a princípio vem aquele sentimento de piedade, mas não é por aí...
Em cinco minutos de conversa minha segunda surpresa... reencontrei a Priscila dos velhos tempos, o mesmo brilho no olhar, a mesma determinação, a mesma risada gostosa e até o mesmo jeito “fogoso” de sempre...quando ela me contou que estava paquerando os médicos eu tive certeza que aquela era a menina de quem eu tinha uma dia me tornado amiga.
Foi então que me lembrei que ela seria uma ótima história para o blog, não só pela experiência de um relacionamento de onze anos que acabou der repente, mas porque ao mesmo tempo ela teve que enfrentar uma doença grave. Priscila está aguardando para fazer um transplante de células tronco, mas esse é só o fim da história... por sinal uma linda história de superação que eu terei o maior prazer de registrar!!
Que lindo Érika, fico feliz por você, contar a história da Pri, alegria contagiante, superação de tantas dificuldades, vou adorar saber da vida dela ... como você mesmo disse ... uma turma de primas, de primas das primas, das amigas das primas, foi assim que nos unimos tanto, depois termino de contar a minha e você poderá publicar. Abraços!
ResponderExcluirFico feliz que esteja gostando,vou adorar saber da sua história também, quando quiser divida com a gente!! Beijos
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